Lubrificando a corrente da moto
Acabei de chegar de uma viagem solo de 10.246 km por 5 países. Revi muitos lugares bacanas, encontrei diversos motociclistas viajando e fiz diversas amizades/contatos.
Mas durante uma longa viagem como esta, que dura em torno de 20 dias, lubrificar a corrente da moto duas vezes ao dia é trabalhoso quando se viaja solo, como é o meu caso.
Desde que comprei a primeira Varadero, em 2007, criei um sistema de lubrificação muito simples e rápido onde em cerca de dois minutos, sozinho, faço este trabalho.
Divulgando meu sistema posso ajudar outros motociclistas em viagem.
Vejo o pessoal sofrendo com essas motos pesadas, cheias de bolsas ou alforjes e um dia tive uma idéia que considero o “Ovo de Colombo”...
O meu sistema é muito simples, ninguém conhece.
Uma pequena régua de madeira cortada e ajustada no tamanho exato para manter a roda traseira a pelo menos 2 cm do chão
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Com a mão direita empurro levemente a moto para o lado do cavalete lateral
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Quando a roda traseira levanta do chão, simplesmente agacho e apoio a régua na balança
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A moto fica com a roda traseira livre para ser lubrificada e bem apoiada em 3 pontos: no descanso; na roda dianteira; e, na régua
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Com uma bisnaga usada de colírio/soro nasal com óleo de câmbio tipo mineral 90, facilmente rodo o pneu com uma mão e com a outra aplico o óleo. Em menos de um minuto tenho a corrente bem lubrificada
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Otavio Araujo – Gugu, empresário, 69 anos, motociclista há mais de 50.
Atualmente rodando de Honda Varadero XLV 1000.
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Comentários
SAbias informações e dicas.
Obrigado por partilha-las conosco.
Osvaldo Paris
Abrços
Obrigado pela dica,gostaria de saber mais sobre suas viagens solo. Eu tenho uma experiência com viagens,solo,de moto,entretanto a minha moto era uma CG 125cc 1988,eu era caixeiro viajante,repres entante comercial,e fazia na época,4 regiões do Estado de Minas Gerais,Zona da Mata Mineira,Vale do Aço e Belo Horizonte e o Sul de Minas. No Estado de São Paulo fazia a Serra,Águas de Lindóia,Serra Negra,descia para o Vale do Paraíba,vinha até o Rio de Janeiro,capital ,e daí ia rumo a reguão serrana e norte Fluminense,atra vessava o Rio Itabapoana entrando no Estado do Espírito Santo(Todo ele). Passava o tempo todo viajando,pois a CG 125 cc,não desenvolvia muito,viajava uma base de 70 à 90 Km/h. Todavia economizava muito,mas muito mesmo no combustível. O que possibilitava o custo da viagem. Viajei de moto de 1990 a 1995. Hoje eu tenho uma Fan 125cc e gostaria de fazer uma viagem de moto,não mais para cobrir todo este setor,mas um passeio,um percurso de lazer e naõ de trabalho,agrade ço,se o senhor puder me dá uma dicas. Grato Luiz Carlos Cavalieri
Abraços
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Precisando de alguma orientação, estamos à disposição.
Abraços
Vou repassar esta boa idéia. Corrente lubrificada direto e reto.
O fabricante visa economia, alguma razão para baixar o centro de gravidade da moto, no entanto compromete muito o conforto do motociclista que faz manutenção preventiva de sua máquina ou um socorro emergente quando só em uma estrada deserta, ou mesmo em pista asfaltada. Falta no mercado uma máquina simples com uma cilindrada de 500 centímetros cúbicos, uma Twin paralela justaposta no estilo da Norton 961cc, porém com pneus mais estreitos, suspensão e freio com menor dimensionamento e de menor custo, no estilo da própria, com para-lamas envolventes contra água de chuva em pista asfáltica ou de barro, com um mínimo de luxo, porém eficiente e economica para virar o mundo com pouco peso e uma potência de no máximo 50 cavalos. Assim não temos que segurar um elefante em estradas ruins, ter um tanque com capacidade máxima de 16 litros para não aumentar o peso suspenso. Pneus com bainha anti perfurante do tipo kevlar para blindagem contra tiros moldado no aro. Assim rodaremos o mundo sem nos preocuparmos com furos em pneus.Precisamo s da sensatez dos anos dourados de 50 até quase o final de 60 em que os fabricantes utilizavam as próprias máquinas que produziam, porém com a tecnologia atual. Uma correia de borracha protegida contra sujidades poderia tracionar a roda motora, como nas Harleys com peso muito grande.
Isso foi em dezembro/2011. Já usei muitas vezes desde então, sem nenhum problema. Grande dica! Obrigado.
J. Santino