Igapó-Açú, AM a Manaus, AM - 240 km

No dia seguinte cedo, depois de um ótimo café da manhã com pão caseiro, fomos ver Seu Edilson, chamar um boto para vermos, isso mesmo, no Igapó-Açú, eles domesticaram os botos, que sempre aparecem quando eles estão por perto da margem.

Passamos a balsa, e pegamos os últimos 50 km, que são os piores, segundo os moradores. As enormes crateras que do nada aparecem na estrada, são resultado de explosivos usados para destruir a estrada e pontes de concreto que existiam em vários locais, tudo para impedir o deslocamento por terra de Manaus para o resto do pais. Obrigando novamente o povo ao uso das balsas...

Após os últimos km de estrada ruim pegamos um asfalto ruim, até chegar em Careiro da Várzea. Ainda passamos mais uma balsa antes de chegar na balsa de uma hora que nos levaria a Manaus. Eu parei para tirar fotos e como fui o ultimo a entrar, acabei ficando na rampa da balsa.

Navegando avistamos o encontro das águas dos Rios Solimões e Negro, antes de chegar em Manaus, no Porto do Ceasa. Da balsa paramos no complexo que existe no porto, para tomarmos um suco, pois o calor era sufocante.

Em seguida fomos direto para o Hotel Brasil, velho conhecido dos meus companheiros de viagem

Descarregando minhas coisas descobri que a garrafa que eu carregava no case traseiro, estourou e afogou meu netbook.

Por volta das 18 horas, fomos recepcionados por um integrante do Brazil Rider's que é amigo do Fábio. Fomos até um barzinho bem distante do centro e encontramos com vários outros viajantes. Ficamos lá até às 22 horas.

Hotel Brasil R$ 70,00 a diária em quarto individual, Gorjeta para o Sr que mostrou o boto R$ 10,00, Balsa R4 5, Balsa R$ 5,00, Balsa R$ 15,00

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