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América do Norte, Montana,USA

Billings

Desde a última revisão, em Fairbanks, a roda traseira vinha apresentando um ruído estranho. Em Canmore, completei o óleo do motor e em Great Falls, notei um pequeno vazamento. A fim de descobrir o ponto de origem, levei a Electra no Car Wash para lavar o motor e na garagem, coloquei um jornal limpo sob a Electra e horas depois, ainda não havia pingado nada. Mesmo assim, estava preocupado.

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Como no outro dia, o Magnus iria cedo para o trabalho, instalou o seu GPS GARMIN nüvi na Electra para eu chegasse mais rapidamente a loja Beartooth Harley-Davidson, no outro lado da cidade. No outro dia, quando eu estava indo para a loja da Harley, lembrei da conversa que tivemos, na noite da minha chegada a sua casa, sobre a importância de nos mantermos sempre otimistas sobre todas as nossas expectativas na vida. Então, tirei a preocupação com os problemas na Electra da minha cabeça e passei a pensar positivamente, acreditando que tudo teria solução simples e a despesa seria mínima.

Na oficina, fui muito bem atendido pelo Bud, que anotou tudo o que eu falei, deu uma volta com a Electra e prometeu que faria o possível para entregá-la no fim da tarde.

Quando voltei à loja, começou uma chuva forte, que não atrapalhou a reunião do HOG local. Muitas Harleys molhadas, alegria e bebida de graça.

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Quando consegui falar com o Bud, ele me disse que apenas limpou as pastilhas e o ruído na roda parou. Quanto ao óleo, foram apertados alguns parafusos e o problema foi sanado. Quando perguntei o preço do serviço, me respondeu sorrindo que era cortesia da loja e me desejou sucesso na conclusão da grande jornada. Agradeci muito ao Bud pela simpatia no atendimento e pela gentileza.

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Após a chuva, o Garmin me levou de volta para casa. Para casa, realmente, porque a família do Magnus fazia me sentir como se estivesse em casa. Quando cheguei, o Magnus perguntou se o GPS funcionou bem e começou a inserir mais dados sobre as próximas cidades e hotéis que eu iria pernoitar, a partir do dia seguinte. Como ele iria ao encontro de Sturgis, perguntei se o GPS iria me levar até Deadwood – onde eu lhe devolveria – e ele respondeu que o GPS iria me levar até o Rio de Janeiro, pois era a sua colaboração para melhorar a precisão na navegação de volta para casa.

Gratidão e humildade foram os sentimentos mais intensos que vivenciei durante toda essa minha viagem.

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