Imaginem uma cena parecida com aquelas espetaculares trilhas de determinados filmes, onde os autores contrapõem, no mesmo espaço tempo, o futuro e o passado.
Como no filme "Nimitz, de volta ao inferno", quando uma suposta fenda no tempo leva o porta-aviões nuclear mais sofisticado do mundo ao ano de 1941, às vésperas do colossal ataque japonês a Pearl Harbor.

Num primeiro instante pode parecer que estamos tratando de teoria científica, sobre a relatividade restrita e geral, passando pelas quatro variáveis do espaço-tempo e pelo paradoxo dos irmãos gêmeos, cujos postulados são atribuídos ao físico alemão Albert Einstein, apesar de historiadores e físicos atribuírem parte desta história ao físico italiano Olinto De Pretto, como tantos outros conflitos entre criações e criadores.

Contando os minutos para o tempo voar e a viagem iniciar
Recontando conhecidas histórias como consolo pra me acalmar
Incrédulos ouvintes surpresos por tanta paixão no meu explanar
Que mágica é esta que faz este peregrino em duas rodas sonhar?

Até aquele instante, os derradeiros dias não passavam.
A ansiedade e expectativa, ao contrário, passavam voando na nossa mente.
Chegado o mágico momento.
O mundo fica num absoluto silêncio.

Não!

Não estou me referindo à condução da minha motocicleta desta maneira, em total desapego à vida e desrespeito às leis, colocando terceiros e eu próprio à riscos extremos.

Somos realmente criaturas intrigantes, somos capazes de boas realizações, mas também de ações irresponsáveis ou simples omissão.

Observaram que existe no mundo um grande número de pessoas que dedicam a sua vida pra nos servir? Diretamente ou indiretamente?

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