No outro dia levantamos cedo, tomamos um café da manhã reforçado e fomos ao porto para embarcar mais cedo e garantir um bom local para armar nossas redes. É isso mesmo, no navio as pessoas dormem e passam o dia deitados em redes.

Levantei tarde no dia 16 e perdi o nascer do sol. O dia foi exatamente como o anterior, só deitado na rede. O incrível é que na maior parte do percurso tínhamos sinal de internet no celular vindo das cidades próximas, o que ajudava a passar o tempo.

Levantamos cedo, tomamos um café da manhã muito bom na pousada e fomos para a praia da ilha do amor. Um lugar fantástico. Muito bonito mesmo. A ilha é separada por um pequeno trecho do rio tapajós.

Levantamos bem cedo, tomamos nosso café da manhã e voltamos para a estrada de Pindobal para chegar à BR-163, tendo como destino Rurópolis, onde já havíamos passado uns dias antes. Pegamos uns 60 km de terra, mas depois foi asfalto até Rurópolis, margeando o parque do Tapajós.

Combinamos de levantar às cinco da manhã e iniciar nossa viagem de moto o mais cedo possível para tentar pegar um trânsito mais tranquilo, mas foi em vão. Na hora que saímos as carretas já estavam na estrada. Os caminhoneiros tiveram a mesma ideia.

Levantamos na hora combinada, tomamos um café bem rápido e seguimos para Novo Santo Antônio, onde faríamos a travessia de balsa do Rio das Mortes. A partir dali entraríamos no Parque Estadual do Araguaia. Que beleza de lugar. Sem trânsito algum, estradas simples e com muitos animais selvagens.

Levantamos bem cedo e saímos ainda de madrugada. Logo chegamos a Uruaçu, onde me despedi do Adriano. Ainda prossegui mais 300 quilômetros até Goiânia, onde cheguei por volta de uma da tarde. Nesse último dia rodei 578 quilômetros, quase que totalmente em estradas asfaltadas.

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