Viagem de moto até o Alaska

Pra variar, acordo cedo. 6 horas já estava rolando na cama, sem sono. Aproveito a insônia produtiva para colocar mais relatos em dia. Escuto o barulho da chuva lá fora. Não pára! Cada vez mais forte... Agora é torrencial. É... Hoje não vai ter jeito de ter sorte... Mas tá bom. Tô no lucro.

Mas se a sorte não está do seu lado, procure do outro... Relaxo, dou uma dormida e decido sair mais tarde. Tudo molhado, mas sem chuva. Pego estrada e continua tudo assim, mas sem um pingo de chuva. Deve ter sido muita chuva mesmo porque tem galhos e folhas espalhados por toda a estrada.

No caminho, mais um acidente com dois caminhões e um carro. Ocorreu momentos antes e, novamente, agradeço aos céus e aos pensamentos positivos de todos que estão na minha garupa, os 2 minutos de atraso na partida, senão estaria envolvido naquele acidente... Desvio dos pedaços de caminhões e carro e sigo meu rumo.

Chego na BR-116, a Dutra, e continua sem chover e agora tudo seco. Sou um sujeito de sorte!...

O pedágio custa R$5 pra moto. Um roubo! E a rodovia está cheia de defeitos.

A serra me convida a uma tocada mais forte e curto sozinho aquele momento.

Chego ao Rio e sou recebido com todo o carinho pela D. Nilzinha, 92 anos, que fica toda feliz ao ver o filho ausente por mais de 5 meses.

Batemos um papão, matamos as saudades, mas está na hora de ir ao Beco do Alemão, onde os halystas do Rio se encontram e agradecer ao PHD Artur Albuquerque as dicas e principalmente a inspiração para essa viagem... Além do carinho como fui recebido, ainda ganho um livro dele autografado! Sou um sujeito de sorte...

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