Saimos com chuva em direção a Cuzco tendo 520 km pela cordilheira dos andes pela frente. Olha pessoal, como diz aquela musica do Osvaldir e Carlos Magrao: "Nunca ví tanta pobreza". Povoados peruanos paupérrimos, sujos, cenas degradantes

Vale dizer que na noite anterior não precisei usar o dispositivo anti-ronco, porque a altitude deve ter feito bem ao Marcos e ao Selvagem, nenhum deles roncou.

Levantamos cedo

Quando planejei esta viagem, foi com um objetivo: em janeiro de 2010, eu e o amigo Luis Weinfurter estávamos nos caracoles, proximo a Santiago, e após nos despedir dos quatro amigos de Brasilia com os quais viajamos 13 dias no sul da Argentina e Chile,

Levantamos cedo e fomos ate a saída do micro ônibus que leva à “Velha Montanha”, que é o significado de Machu Picchu.

Compramos água ao custo de 7 reais uma garrafinha

Motos na estrada novamente para continuar nossa viagem. Saímos de Cuzco em direção a Puno, cidade onde existe a comunidade dos Uros, que vivem no Lago Titicaca, sobre armações de um junco chamado de Totora.

Levantamos cedo e fomos até o porto para pegar um barco e ir até as ilhas flutuantes dos UROS, uma família ramificada dos Incas que mora no Lago Titicaca. O tempo estava bom e fomos tranquilos.

Saímos de Tacna em direção ao Chile. Estávamos sem grana chilena e precisávamos trocar os soles pela moeda chilena.

Chegando à Aduana, cujos tramites ultrapassou duas horas,

Tínhamos muitos quilômetros pela frente neste dia. Levantamos cedo com a expectativa de ter água para banharmos. Havia voltado, porém pouca e somente gelada. Tomamos um banho de gato e caímos na rodovia Panamericana - Ruta 5

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