Saímos de Caldera e pegamos a Ruta 5, a famosa Ruta Pan Americana, em direção a Santiago. 3 km depois de Caldera, entramos em um balneário chamado Baía Inglesa, que o Alberto ficou sabendo através de uns brasileiros em San Pedro de Atacama.

Não rodamos neste dia. Acordamos e às 9 horas pegamos as motos e fomos em direção à Harley-Davidson de Santiago. Aqui no Chile a Harley abre às 10 horas e fecha às 20 horas.

Conforme tínhamos combinado, acordamos às 6 e meia e nos preparamos para o frio intenso que pegaríamos na travessia da cordilheira dos Andes, rumo a Mendoza na Argentina. Encapotados, pegamos as motos e saímos de Santiago às 8 horas.

Não rodamos nesses dois dias. Ficamos aguardando o Paso Los Libertadores abrir. Chegamos a Vina Del Mar no 11º dia debaixo de muita chuva. Com frio, molhados e já no final do dia, não tivemos como procurar muito por hotel.

Após três agradáveis dias em Viña del Mar e Valparaiso, ficamos sabendo pela Roxane, que ligou para os Carabineros, que hoje o Paso Los Libertadores abriria.

Ela nos preparou um café da manhã com todo carinho

Dormimos em um apart hotel muito bom em Mendoza, chamado Premium Tower, que fica bem perto da San Martin. Diferentemente do Hostal El Borrico em Viña del Mar, neste havia mais luxo, um bom café da manhã

De volta às terras brasileiras!! Ainda pairavam algumas dúvidas sobre o trajeto de retorno da nossa viagem de moto até o Deserto do Atacama. Voltar por Foz do Iguaçu significaria ver mais do mesmo.

Enquanto tomávamos café em Uruguaiana, conhecemos um simpático vendedor que roda muito pelas estradas do Rio Grande do Sul. Antes de conversar com ele, estávamos com a ideia de seguir pelo caminho que o Google Maps indicava

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