A terceira etapa foi um teste à resistência dos suportes das malas e das correias. Como a distância era pequena, cerca de 300 km, e o ferry de Ancona para Zadar sairia só às 22h, levantámo-nos tarde. A paisagem era fantástica, havia um jardim muito bem tratado que deu para espairecer.

A quarta etapa foi deslumbrante! Começava agora a aventura. Uma vez em Zadar, encontramos a primeira fronteira real. Depois de 30 minutos para os trâmites, passamos a fronteira e iniciamos o caminho para Split na Croácia. É um verdadeiro deslumbre, uma estrada sempre junto ao Mar Adriático, ali, mesmo à babuje da estrada.

No quinto dia descansamos. Decidimos não tocar nas motos e descobrir Sarajevo, uma cidade que renasce das cinzas. São notórias as marcas de guerra e devastação, mas a multiculturalidade, as flores, os comércios e o movimento das ruas inscreve um novo capítulo na história, mais tolerante e em paz. Pelo menos, aparentemente.

Depois de muito refletir, decidirmos viajar até Belgrado na Sérvia, porque esta etapa tinha lugares a visitar, mas não para pernoitar. Então partimos.

As estradas continuam no meio da densa floresta de ciprestes, separadas por montanhas e com pradarias verdejantes.

Depois de Belgrado tínhamos de seguir para a Romênia. O objetivo no dia anterior era chegar a Pitesti, início da Tranfagarasan, sentido Sul/Norte, devido à boa disposição do grupo. Por “lapso”, tínhamos colocado no GPS Sibiu/Timisoara. O problema é que isso era o fim da Transfagarasan e não o início!

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