viagem de moto até o Deserto do Atacama

O café do hotel em Foz foi caprichado. Pudemos também voltar a saborear o nosso pãozinho de sal com ovo e queijo. Saímos por volta de 8h e fomos em direção à Maringá. Na saída, céu nublado e muito trânsito.

Foram 130 km de estrada até Cascavel com chão molhado, mostrando que a chuva deixou rastro. Na primeira parada para abastecimento podemos contemplar novamente a coxinha de frango com catchup que só se faz bem aqui.

Pouco antes de Maringá a chuva nos pegou de cheio e nos acompanhou até o fim da viagem. O planejamento era chegar a Cornélio Procópio. Tentamos ir até Ourinhos, porém, apesar de havermos saído cedo, pegamos trânsito pesado e chuva. Além disso, paramos em Londrina para um pouco de assistência aos cavalos. Santana ainda não havia conseguido resolver a regulagem do freio de estacionamento e eu precisava completar o óleo: cheguei no nível mínimo de óleo e água. Foram necessários 250ml de óleo para restabelecer o nível.

Estrada com pedágios caros. R$52,50 (reais) foi o total gasto por cada um.

Pelos imprevistos, anoiteceu e ainda estávamos na estrada. Eu já estava instável, não estava conseguindo enxergar direito e com muito risco. Voltamos para o planejamento inicial e entramos em Cornélio Procópio. Achamos um hotel legal e ali tomei a melhor e única cachaça da viagem: Lua Cheia.

Seguiremos para Passos e lá devemos encontrar nosso parceiro e amigo, Fernando Porto, que esteve presente o tempo todo conosco na viagem (ainda que à distância).

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