Neste percurso tínhamos duas opções para percorre com nossas motos o norte do Chile: seguir pela Ruta 5 (Pan Americana) cortando o Deserto do Atacama ou pela Ruta 1, pelo litoral do pacífico. A escolha não foi nem um pouco difícil.

Partimos por volta das 9h30 com o objetivo de chegar a Puno, afinal seriam apenas 466 km para percorrer no Peru. Entretanto, o tempo de imigração e aduana foi demorado devido ao problema com a placa de minha moto. Eu preferi não arriscar

Acordamos bem cedo, por volta das 6 horas, para seguir viagem e nos deparamos literalmente com nossas motos congeladas. Nem preciso dizer o quão difícil foi fazer elas funcionarem.

Tentamos dar tranco nas motos para fazê-las pegar, mas foi uma péssima ideia

De Cusco havíamos planejado seguir até Copacabana na Bolívia, mas devido ao contratempo com a placa da minha moto, decidimos abortar este trajeto, tendo em vista os relatos que ouvimos de pessoas que tiveram incidentes com policiais corruptos na fronteira.

Com as energias revigoradas, era hora de sair e desbravar Cusco. Aproveitei para visitar o centro histórico, que possui uma linda arquitetura antiga e bem preservada. É de se encher os olhos, lindos casarões e igrejas, incluindo a catedral, toda imponente.

Após tirar o cochilo de uma horinha, já estava na hora de levantar. A Van passaria às 5 horas e nos pegaria em frente ao hotel. E a primeira impressão já não foi boa. O estado de conservação não era dos melhores. Entramos na Van e ela seguiu para pegar outros passageiros.

Acordamos bem cedo, por volta das 4h30. Tínhamos duas opções para irmos até Machu Picchu: de Van, pagando $12 ou caminhando e apreciando a paisagem (Free).

Depois de caminhar tranquilamente por três horas no dia anterior, pensei que subiria tranquilamente.

Neste trajeto pretendíamos percorrer aproximadamente 490 km e chegar a Purto Maldonado. Entretanto, após viajarmos cerca de 130 km o tempo começou a mudar, o céu ficou coberto com muitas nuvens e esfriou muito.

No dia seguinte acordei cedo, tomei um café da manhã reforçado, mas segui minha viagem de moto só após às 10 horas para não correr o risco de pegar a estrada congelada, haja visto que teria que ter o dobro de cautela já que agora seguia sozinho.

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