Acordei por volta das 9 hoas. Após um breve café da manhã, composto por algumas bolachas que tinha na minha mochila, fui a um pequeno comércio local procurar por um cabo USB para carregar meu celular, já que quando nos separamos algumas de minha coisas ficaram com o Japa.

O percurso deste dia alternava entre Sol e Chuva, clima tipico da floresta Amazônica. Estradas de mão dupla em estado de conservação razoáveis, com consideráveis buracos esporádicos que poderiam causar danos à roda e até um possível tombo.

Continuando viagem pelo estado de Rondônia, de Jaru para Vilhena, as paisagens já não chamavam muito a atenção e o cansaço era grande. A cada 150 km rodados eu parava 10 minutos para descansar.

Trechos muito quentes que me faziam suar todo por debaixo da roupa de Cordura. Senti até saudades do frio da cordilheira dos Andes.

No intuito de antecipar a data de chegada, decidi esticar um pouco, rodando aproximados 750 km,

De Cuiabá para a querida Coxim, da música "Fala Coxim", de Tibagi e Miltinho. Alguns trechos da estrada estavam em péssimas condições. Atravessei a fronteira de Mato Grosso com o Mato Grosso do Sul.

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