Cheguei a Rosário dia 7 de Junho à noite e o único hostel que encontrei, que pudesse guardar a moto, foi o Club Del Río Hostel! Mal cheguei e conheci o Santiago, outro motociclista com quem partilhei o meu jantar e ficamos a conversar pela noite dentro.

O mais interessante destes últimos dias foi parar num restaurante para comer, vir um jipe e mandar uma pancada que empenou-me as malas todas da moto. Por sorte, ainda consegui agarrá-la para não cair, mas ele fugiu. Além disso, foi dia de visitar a casa museu do grande Che Guevara!

Depois de todos os quilômetros de estrada até Mendoza, fui muito bem recebido pelo Nicolas Giarrizzo em sua casa, onde passei a noite e partilhei o meu café da manhã de hoje! Como conheci o Nicolas? Graças ao meu amigo Nico com quem estive fazendo intercâmbio em Florianópolis, no Brasil

Depois de ter atravessado os Andes, na segunda-feira, a moto não ficou nas melhores condições e não aguentava o ralenti. Fui ao principal vendedor de motos aqui de Santiago, ligaram o scanner e disseram que estava com problemas no corpo de aceleração da injeção eletrônica.

Depois de sair de Valparaíso, segui viagem para La Serena, onde fui novamente recebido por um casal de motociclistas, através do Couchsurfing! Fiquei alojado duas noites em casa deste casal. O Léo gosta tanto de motociclismo que deu como nome à sua pizzaria “De Rossi”.

No terceiro dia de viagem de moto pelo Deserto do Atacama, em direção a Antofagasta, são cerca de 1000 km para percorrer. Visitei o Cerro Paranal, um dos observatórios mais famosos, onde está a decorrer um projeto para terem o maior telescópio do mundo!

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